Vidas que se acabam a sorrir
Luzes que se apagam nada mais
É sonhar em vão, tentar ao outro iludir
Se o que se foi, prá nos não voltará jamais
Para que chorar o que passou
Lamentar perdidas ilusões
Se o ideal que sempre nos acalentou
renascerá em outros corações
Composição: Charles Chaplin/ Versão: Antonio Almeida e João de Barro
Amor é uma palavra, que enfeita, que laça, abraça, esconde outros desejos
Desejos são delírios, lírios que dançam iludem balançam
Corações, corações são pequeninos grãos de areia tão fininhos
Que qualquer vento menino, leva pra outro lugar
Olhos nos olhos,que temos tempo, pois tudo é tão simples, simples de achar
Que o sentimento, não mede palavras, pois as palavras voam no vento
Que o sentimento, não pede palavras, pois as palavras se perdem no tempo ..
Não adianta nem me abandonar
Porque mistério sempre há de pintar por aí
Pessoas até muito mais vão lhe amar
Até muito mais difíceis que eu pra você
Que eu, que dois, que dez, que dez milhões, todos iguais
Até que nem tanto esotérico assim
Se eu sou algo incompreensível
Meu Deus é mais
Mistério sempre há de pintar por aí
Não adianta nem me abandonar
Nem ficar tão apaixonada, que nada
Que não sabe nada
Que morre afogada por mim
Mistérios sempre há de pintar por aí
A vida sem freio me leva, me arrasta, me cega
No momento em que eu queria ver
O segundo que antecede o beijo
A palavra que destrói o amor
Quando tudo ainda estava inteiro
No instante em que desmoronou
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz
Cuide bem do seu amor
Seja quem for,
Cuide bem do seu amor
Seja quem for...
E cada segundo, cada momento, cada instante
É quase eterno, passa devagar
Se o seu mundo for o mundo inteiro
Sua vida, seu amor, seu lar
Cuide tudo que for verdadeiro
Deixe tudo que não for passar
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz
Cuide bem do seu amor
Seja quem for,
Cuide bem do seu amor
Seja quem for...
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz
Cuide bem do seu amor
Seja quem for,
Cuide bem do seu amor
Seja quem for...
A insensatez que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor
O seu amor
Um amor tão delicado
Ah, porque você foi fraco assim
Assim tão desalmado
Ah, meu coração que nunca amou
Não merece ser amado
Vai meu coração ouve a razão
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai, meu coração pede perdão
Perdão apaixonado
Vai porque quem não
Pede perdão
Não é nunca perdoado
Composição: Antonio Carlos Jobim/Vinícius de Moraes; Versão ao Espanhol: Roberto Carlos
Olá, como vai ?
Eu vou indo e você, tudo bem ?
Tudo bem eu vou indo correndo
Pegar meu lugar no futuro, e você ?
Tudo bem, eu vou indo em busca
De um sono tranquilo, quem sabe ...
Quanto tempo... pois é...
Quanto tempo...
Me perdoe a pressa
É a alma dos nossos negócios
Oh! Não tem de quê
Eu também só ando a cem
Quando é que você telefona ?
Precisamos nos ver por aí
Pra semana, prometo talvez nos vejamos
Quem sabe ?
Quanto tempo... pois é... (pois é... quanto tempo...)
Tanta coisa que eu tinha a dizer
Mas eu sumi na poeira das ruas
Eu também tenho algo a dizer
Mas me foge a lembrança
Por favor, telefone, eu preciso
Beber alguma coisa, rapidamente
Pra semana
O sinal ...
Eu espero você
Vai abrir...
Por favor, não esqueça,
Adeus...
Livre-me de suas mãos
Deixe-me voar para terras distantes
Sobre campos verdes, árvores e montanhas
Flores e fontes em florestas
Para casa, pelas veredas da via celeste
Pois este quarto escuro e solitário
Reflete uma sombra cheia de tristeza
E meus olhos são espelhos
Do mundo exterior
Pensando no caminho
Que o vento pode virar o jogo
E essas sombras mudam
De púrpura em cinza
Para um simples pombo
Sonhando com a abertura,
esperando pelo dia
Em que ele possa abrir suas asas
E voar novamente
Voe para longe, pombo, voe
Em direção aos sonhos
que você há muito deixou para trás
Voe para longe, pombo, voe
Em direção aos sonhos
que você há muito deixou para trás
Deixe-me apenas acordar de manhã
Com o aroma do feno recém-cortado
Para sorrir e chorar, para viver e morrer
No brilho do meu dia
Eu quero ouvir os sinos ressonantes
De igrejas distantes cantarem
Mas, acima de tudo, por favor me livre
Desta dolorosa argola de metal
E abra esta gaiola voltada para o Sol
Para um simples pombo
Sonhando com a abertura,
esperando pelo dia
Em que ele possa abrir suas asas
E voar novamente
Voe para longe, pombo, voe
Em direção aos sonhos
que você há muito deixou para trás
Voe para longe, pombo, voe
Em direção aos sonhos
que você há muito deixou para trás